Alexandre Fiori, gerente técnico do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo), afirma que atualmente existem seguros específicos para veículos que rodam em aplicativos, oferecidos por seguradoras como Porto Seguro, Allianz, Bradesco e Zurich.
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“As coberturas básicas, como colisão, incêndio, roubo e furto, são semelhantes às do seguro auto comum, mas há diferenças importantes, como a inclusão da cobertura para acidentes com passageiros (APP) e a recomendação da cobertura de responsabilidade civil facultativa de veículos (RCFV)”, explica.
O mercado de seguros para automóveis está passando por transformações que vão muito além da precificação.
De acordo com especialistas ouvidos pelo InfoMoney, a combinação de novas tecnologias, mudanças regulatórias e demandas por sustentabilidade está redefinindo a forma como o consumidor se relaciona com a proteção do carro.
Eles explicam que o setor caminha para ser mais acessível, sustentável e conectado, aproximando-se do que o cliente realmente precisa — proteção personalizada, com a promessa de mais conveniência e clareza.
Estimativas do setor apontam que apenas cerca de 30% da frota automotiva brasileira tenha seguro. De acordo com os dados mais recentes da Susep (Superintendência de Seguros Privados), autarquia federal que fiscaliza o setor, as seguradoras que operam no ramo arrecadaram R$ 39,87 bilhões de janeiro a agosto de 2025, montante 5,38% superior ao registrado no mesmo período de 2024, em termos nominais.
Essa linha de negócios respondeu por 42% dos prêmios (valores pagos pelos clientes às seguradoras ao contratarem os seguros) dos seguros de danos no acumulado do ano.
O avanço dos carros elétricos e híbridos no Brasil começa a se refletir também no mercado de seguros.
Dados da corretora digital Minuto Seguros compartilhados em primeira mão com o InfoMoney mostram que, entre janeiro e agosto de 2025, as buscas por apólices (contrato de seguro) voltadas a veículos eletrificados cresceram 4% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto as vendas avançaram 3%.
Segundo Michel Tanam, gerente da Minuto Seguros, a tendência acompanha o ritmo de expansão da frota elétrica no país.
Por Lucas Sampaio
Desde que a pandemia começou, tudo fechou e as pessoas tiveram de ficar em casa por muito mais tempo do que imaginavam, trabalhando e estudando pelo computador. Em meio a este cenário, muitas dessas pessoas passaram a vislumbrar a contratação de um seguro residencial.
Mesmo com o aumento da procura, ele ainda é uma proteção pouco utilizada no Brasil: cerca de 85% dos domicílios não têm seguro, e até em mercados mais desenvolvidos, como São Paulo, a cobertura não chega a 25% dos lares.
Além de barato (há opções a partir de R$ 20 por mês), o seguro residencial também é prático e fácil de contratar. É como ir a um restaurante a quilo: você começa pelo o arroz e o feijão (o pacote básico) e vai montando o seu prato de acordo com a sua fome e as suas necessidades (escolhendo quais proteções adicionais vai contratar e o tamanho da cobertura).
No seguro residencial, o arroz e feijão funcionam como cobertura contra incêndio, queda de raio e explosão — ela é tão básica que, no caso de raio, só cobre os danos estruturais no imóvel. Com um detalhe: se o raio cair dentro de seu terreno. Ela não cobre equipamentos queimados, danos por oscilações de energia na rede ou se o raio cair no seu vizinho ou na rua, mas afetar a sua casa. Acredite: neste caso, é preciso ter contratada a cobertura de danos elétricos.
Com esses detalhes em mente, você então continua caminhando pelo bufê imaginário e escolhendo as opções disponíveis (e o tamanho da cobertura para cada uma): danos elétricos, furto e roubo de bens, danos a terceiros, despesas com aluguel, proteção contra vendaval, desmoronamentos… Há inúmeras opções; e já há seguradoras que incluem até bicicletas e pets no pacote (e a apólice cobre até se a sua bike for roubada na rua).
As seguradoras costumam incluir também, até nos pacotes mais básicos, serviços como eletricista, chaveiro e reparos gerais. Apesar de terem um custo para as empresas, esses serviços fidelizam o cliente por serem práticos e tangíveis e agregam valor à apólice: como o seguro residencial costuma ser acionado com menor frequência, o uso dos serviços ajuda a ressaltar a utilidade do produto e a reter o cliente.
Susep aprova novo marco regulatório para o seguro de vida universal
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